<Brasão da (Arqui)Diocese>
Na ocasião, foi apresentado à Santa Igreja o candidato às Ordens Sacras, o, até então, Diácono/Seminarista x, o qual, após haver percorrido legitimamente o caminho formativo, recebido os ministérios instituídos, manifestado reta intenção e demonstrado idoneidade moral, espiritual, pastoral e doutrinal, foi chamado para receber o sacramento da Ordem no grau de Diácono/Presbítero, para o serviço de Deus e da Igreja.
Conforme estabelece a disciplina eclesiástica, antes do início do rito essencial da Ordenação, foi formalmente apresentado o pedido de admissão às Ordens Sacras, sendo lidos os testemunhos e declarações necessárias, bem como afirmada a dignidade e aptidão do candidato. Sua Excelência Reverendíssima acolheu o pedido apresentado por x, considerando-o legítimo e conforme as disposições canônicas vigentes, manifestando diante do povo santo de Deus a decisão da Igreja em admitir o referido candidato ao ministério ordenado.
Prosseguindo-se a sagrada celebração, o eleito foi interrogado acerca de sua disposição em assumir os deveres próprios do ministério, comprometendo-se publicamente a exercer, com fidelidade e zelo, o múnus recebido, observando a doutrina da Santa Igreja, o exercício digno dos santos mistérios, a obediência e reverência à autoridade eclesiástica legítima e a dedicação ao povo de Deus. Seguiu-se, então, a Ladainha de Todos os Santos, durante a qual o eleito prostrou-se em sinal de humildade e inteira entrega à vontade divina.
Terminada a súplica, Sua Excelência/Eminência Reverendíssima Dom x procedeu ao rito essencial da Ordenação, impondo as mãos sobre o eleito e pronunciando a solene Prece de Ordenação, pela qual, na sucessão apostólica da Santa Igreja, foi conferido ao candidato o Sacramento da Ordem no grau de Presbítero/Diácono, sendo ele, a partir daquele momento, legitimamente constituído Sacerdote/Diácono da Santa Igreja.
Concluído o rito essencial, foram realizados os demais atos complementares previstos pelo Pontifical Romano, incluindo a imposição das vestes próprias do ministério, os ritos explicativos correspondentes, a entrega dos sinais ministeriais e a saudação fraterna do clero, sendo o neo-sacerdote/diácono acolhido entre os ministros ordenados da Igreja.
A celebração transcorreu em clima de profunda fé, piedade e comunhão eclesial, observando-se integralmente as normas litúrgicas estabelecidas pela Santa Igreja. O povo de Deus presente participou ativamente, elevando súplicas ao Senhor pela perseverança, santidade e fecundidade ministerial do novo ordenado, para que, sustentado pela graça divina, exerça dignamente o ofício que lhe foi confiado para a edificação do Corpo de Cristo e a salvação das almas.